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sobre a fábrica dos rebuçados vitória, alguns moradores:

http://vimeo.com/11119489

http://vimeo.com/11118892

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A Porta do Olival

A porta do olival era uma das cinco que perfaziam a cintura da muralha fernandina, construida em meados do século XIV. Mas não foi uma Porta como as outras: foi cenário de acontecimentos históricos, como a entrada do luzido cortejo de D. Filipa de Lencastre, quando veio ao Porto casar com D. João I; foi motivo de polémica, mas também de adoração; e foi ainda o local onde durante dois séculos tocou o sino para mandar recolher a população. As portas da cidade desapareceram com a sua progressiva modernização. Mas há ainda vestígios da porta do olival num pequeno café, que aliás, ostenta o seu nome, junto à Cordoaria.

Germano Silva, in O Tripeiro

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A vender cadernetas vitória, a contactar:

962302951 (13h ás 19h)
962643458

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Invólucro com cromos e caderneta dos tradicionais rebuçados vitórinhas.




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Experiência do local:

O nosso percurso iniciou-se na Ex-Cadeia e Tribunal da Relação, que se situa em pleno Centro Histórico do Porto. Este foi o local onde muitas figuras deixaram o seu nome ligado, destacando-se entre elas, o escritor Camilo Castelo Branco (cuja cela pode ser visitada) e Ana Plácido, que escandalizaram o Porto ‘do seu tempo’. De seguida passamos pelo Café Porta do Olival, onde pudemos ver vestígios medievais da Torre do Olival. Era aí que se encontrava uma das portas mais importantes da cidade – Porta do Olival. A cerca de 50 metros temos a Torre dos Clérigos, da autoria de Nicolau Nasoni, considerada um dos melhores exemplares arquitectónicos do barroco portuense. Esta Torre foi erguida num terreno designado por Cerro dos enforcados, já que aí se sepultavam os justiciados.

No seu interior, para além dos retábulos laterais, púlpitos, tribunas e safenas de bela talha dourada, destaca-se o retábulo-mor (1767-1780), cuja autoria é de Manuel Santos Porto, belo exemplar executado em mármores polícromos, caso raro na cidade.
É entre o Convento e Igreja de S. Bento da Vitória que se encontra a maior área monumental da cidade, ocupando o topo norte da malha urbana inter muralhas.
Toda a área mantém ainda hoje muitos traços da sua história de séculos, ou nas suas construções mesmo que humildes ao longo das ruas, ou no seu subsolo onde há vestígios já confirmados.

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Freguesia da Vitória (dados gerais)

A Vitória é uma freguesia do concelho do Porto com 0,2 km² de área e estima-se um número de 4000 habitantes. Esta Freguesia confina com com Freguesias de Miragaia, Santo Ildefonso, Sé e São Nicolau.


• Equipamentos de Saúde:
- Hospital Privado dos Clérigos;
- Hospital do Carmo;
- Instituto de Medicina Legal;
- Casa de Saúde.

• Associações/Colectividades:
- Associação Cultural “Os Amigos da Vitória”;
- ACM – Associação Cristã da Mocidade;
- Centro Unesco do Porto;
- Cooperativa Cultural Gesto;
- Centro Social e Paroquial de Nª Srª da Vitória;
- Vitória Sport Clube do Porto;
- Grupo Desportivo Lindouro;
- Associação Cultural e Recretiva Antigos Alunos de S. Fiel;
- Fundação da Juventude – Casa da Companhia.

• Monumentos/Outros:
- Torre dos Clérigos;
- Cadeia da Relação;
- Casa da Senhora da Silva;
- Mosteiro S. Bento da Vitória;
- Igreja de Nª Srª do Carmo;
- Igreja dos Clérigos;
- Igreja S. José das Taipas;
- Igreja de Nª Srª da Vitória – (Paróquia);
- Igreja Privativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto;
- Estátua de Guilherme Gomes Fernandes;
- Fonte dos Leões;
- Estátua do Bispo D. António Ferreira Gomes (Bispo do Porto);
- Busto de António Nobre;
- Estátua de Ramalho Ortigão;
- Estátua “A Flora” de Texeira Lopes;
- Monumentos do Soldado Desconhecido.

• Estabelecimentos de Ensino:
- Escola Primária nº 43 – Rua de S. Miguel, nº 13;
- Escola Primária nº 51 – Praça de Carlos Alberto, nº 56;
- Jardim Infantil da Junta de Freguesia da Vitória;
- Creche de Sant’Ana e Santa Maria da Junta de Freguesia da Vitória;
- ATL da Junta de Freguesia da Vitória;
- Infantário do Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Vitória;
- Universidade do Porto;
- Instituto de Ciências Biomédicas Dr. Abel Salazar.

• Tradições:
Festas e/ou Romarias
- 25 de Abril - iniciativas com as crianças, em vários pontos da freguesia;
- 1º de Maio - iniciativas com as crianças, em vários pontos da freguesia;
- Festas de S. João – Campo Mártires da Pátria;
- Festas em Honra a S. Roque da Vitória – Rua da Vitória, realiza-se em Agosto.
- Festa do Sr. da Boa Fortuna - com procissão que percorre algumas artérias da zona histórica da freguesia, realiza-se no último fim de semana de Agosto tem a duração de três dias.
- S. Martinho – Iniciativas com crianças no Jardim da Cordoaria.
- Festa de Natal.

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Concluímos assim um outro dia de pesquisa conversando com pessoas, percorrendo ruas em contacto muito próximo com os residentes.

Neste momento rico em conhecimento continuamos a sentir sempre o barulho das gaivotas que nesta zona histórica elas sobrevoam num percurso ora por cá, ora pelo mar.

Os amarelos das casas juntas umas ás outras.
A encosta do douro que parece uma bancada para o rio.
As ruas estreitas que da Sé descem até ao rio que ser cenário de provas de BTT.
A muralha como sinal de defesa e marcação de muita jurisdição.
A história antiga deste local e da gente que aqui viveu e ainda vive.
O sotaque próprio deste local.
O convergir para a diversão e o prazer de estar junto ao rio.
O fluxo de gente e de carros que pisa este local.
Os que ficam todo o dia na rua.
Os rebuçados que aqui se faziam.

São um conjunto de impulsos e reflexões que temos vindo a sentir ao longo do trabalho.

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Ao longo de vários dias todos nós temos recolhido informação, conversando com pessoas, visitando várias bibliotecas, vários arquivos públicos, museus, junta de freguesia de S. Nicolau, pesquisas na Internet e individualmente ou em conjunto percorrido toda esta zona histórica.

Noutro dia de visitas agendadas fomos conversar com um monge Beneditino, também professor de história.

Tivemos a oportunidade de tomar um café no “Café da Porta dos Olivais” onde no seu interior se pode ver ainda uma parte da muralha que hoje já não existe neste local que é a Cordoaria.

Ao longo da conversa fomos abordando temas como a higiene das pessoas que ali viveram no passado, da comunidade judaica que ali se fixou, na forma como o poder era exercido, ora pela coroa, ora pela igreja, percorremos toda a rua S. Bento da Vitória, visitamos o Convento S. Bento da Vitória, ouvimos explicações sobre as esculturas que se encontravam no interior do Convento.

Tentamos perceber como viveram as pessoas naquele local ao longo dos tempos mais remotos, como estava organizado o local, como seria a sua paisagem.

Chegados ao fundo da rua de S. Bento da Vitória paramos junto ao largo das Baterias e observamos a paisagem cheia de telhados vermelhos e antenas, panos ao vento que bandeiras parecem são roupas a secar.

Imaginemos agora que na Cordoaria se estendiam cordas para os barcos e que ao fundo da rua de S. Bento da Vitória existiu uma fábrica que fazia rebuçados chamados “Vitorinhas” cujo papel que o envolvia era um cromo coleccionável por toda a cidade.

Nota-se também nesta zona da Cordoaria que a mão da justiça esteve sempre presente ao longo da história. Até o nome de Campo de Mártires da Pátria simboliza os martírios que ali se viveram.

A antiga prisão, o Palácio da Justiça, e a Policia Judiciária são presenças marcantes do poder da justiça que se encontra centralizado neste local.

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O nosso objecto de estudo estende-se ás freguesias que integram esta zona, a saber, freguesia da Sé, freguesia da Vitória, freguesia de S. Nicolau.

No desenvolvimento dos nossos trabalhos percorremos a pé toda a zona que absorve estas freguesias.

Neste momento até porque no nosso grupo a maioria não é natural da cidade do Porto, decidimos que essas caminhadas serviriam para ter contacto com as cores, as casas, as ruas, as lojas, os lugares públicos, a luz o som, os cheiros, enfim sentir o espaço e as sensações que ele nos dá.

A freguesia da Sé foi a primeira a ser visitada pelo nosso grupo.

Partindo da zona alta desta freguesia onde se encontra a Igreja da Sé, partimos a pé até ao Trecho dos Guindais onde podemos observar ainda uma parte da muralha Fernandina, concluída em 1376 no reinado de D. Fernando.

Descemos pela parte interior de ruas estreitas em paralelo já gasto onde os carros não passam. Por este percurso observamos as casas onde as fachadas são muitas das vezes cobertas por roupa a secar.

Também o amarelo como cor predominante parece ser uma escolha arquitectónica para toda a zona.


O banho público em uso prova que de facto algumas casas não têm condições mínimas de habitabilidade e algumas estarão ocupadas sem poderem estar.

O percurso sempre a descer marca todo um caminho essencialmente povoado por habitações onde as lojas são essencialmente de restauração muitas vezes também casas de fado.

Chegados á zona do rio Douro pela rua dos Mercadores, percorremos toda a marginal ribeirinha.

Neste local marcadamente por praça pública é nos dias quentes da cidade um lugar preferido pelos turistas. É sem duvida conhecido internacionalmente e divulgado pelo mundo fora.

Aqui encontramos muitos restaurantes, lojas comerciais, esplanadas, bares e por vezes algumas manifestações artísticas, mais concretamente musica tocada na rua.

O rio sempre ao nosso lado convida-nos a acompanha-lo o que aconteceu no nosso caso que continuamos a pé percorrendo toda a costa ribeirinha da freguesia de S. Nicolau.

Aqui já a rua é muito povoada, cheia de lojas. É este percurso pedonal e rodoviário que hoje é uma das entradas e saídas da zona histórica que estamos a falar.

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31 de Janeiro


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Santa Catarina



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Uma cidade pode ser
apenas um rio, uma torre, uma rua
com varandas de sal e gerânios
de espuma. Pode
ser um cacho
de uvas numa garrafa, uma bandeira
azul e branca, um cavalo
de crinas de algodão, esporas
de água e flancos
de granito.

Uma cidade
pode ser o nome
dum país, dum cais, um porto, um barco
de andorinhas e gaivotas
ancoradas
na areia. E pode
ser
um arco-íris à janela, um manjerico
de sol, um beijo
de magnólias
ao crepúsculo, um balão
aceso
numa noite
de Junho.
Uma cidade pode ser
um coração,
um punho.



Albano Martins

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alfândega


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A imagem tem a particularidade de nos mostrar a Ponte Pênsil a par da Ponte Luís I o que deverá fazer dela uma raridade fotográfica dado que as duas pontes coexistiram durante um curto período de tempo, entre 1886 e 1887. Foi tirada por George Tait, a partir do local onde é hoje o Jardim do Morro - tal como a fotografia contemporânea que pretende mostrar o mesmo sítio nos dias de hoje.

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Das bocas dos leões pode jorrar a água,
das suas pestanas pode tombar o rímel,
dos seus dedos anéis sobre os cinzeiros,
da minha boca a língua
a comer-lhe o baton,
dos meus braços as mãos, circunscrevendo-a.


Estamos encerrados numa praça
cercada de armazéns, igrejas, austeros edifícios,
comércios de remotíssimos parentes
de trigo enchendo os navios para Cuba,
arruinando-se.

 
Sucede isto no Porto,
uma cidade onde os destinos pesam muito
e as quimeras de bronze só mitigam
a sede secular de eternas pombas.



Nunca, nesse lugar, as bocas se encontraram.



António Rebordão Navarro

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São Nicolau e Vitória

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praça da republica

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aliados

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A Torre dos Clérigos é o ex-libris da freguesia da Vitória, uma das quatro da zona histórica da bonita cidade Invicta. Vitória confina com Miragaia, Santo Ildefonso, Cedofeita, Sé e S. Nicolau e é um dos seus principais pontos de atracção. Em todo o ano, vislumbram-se turistas pelas ruas, algumas delas bem estreitas, uma característica comum a todas as zonas históricas e que despertam bem o interesse dos visitantes de outros países. Quem nasce na Vitória jamais perde as raízes da Invicta, ficando para sempre com elos de ligação à freguesia. E a tradição ainda é o que era na Vitória. Não faltam celebrações: festas sanjoaninas, em honra do S. Roque da Vitória, em Agosto, a festa do Senhor da Boa Fortuna, com procissão – que percorre algumas das artérias da zona histórica e se realiza no último fim-de-semana de Agosto -, bem como o S. Martinho, a festa de Natal, o 25 de Abril e o 1.º de Maio. Uma das lendas prende-se com a origem do nome Vitória. Esta lenda encontra-se no livro Portugal Antigo e Moderno, de Pinho Leal: “Dizem uns que a origem de Rio Tinto, Campanhã, Batalha e Vitória proveio de um grande combate ferido, entre mouros e cristãos em volta desta cidade, e que os títulos supra comemoram os triunfos alcançados pelos cristãos nessas sanguinolentas batalhas, e os outros dizem que o título de Vitória provém da conversão de grande parte dos judeus que viviam na judiaria do Porto, em volta do local onde se erigiu a igreja que simbolizava uma conquista moral não um triunfo guerreiro”. A freguesia surge aquando à origem de S. Nicolau e S. João de Belomonte, depois a criação da Sé, a primeira a existir, até 1583. O património histórico é uma das grandes virtudes desta pequena localidade, que contabiliza cerca de 4000 habitantes. O mosteiro de S. Bento da Vitória Beneditino e a Igreja Nossa Senhora da Vitória são apenas dois dos bonitos monumentos que enriquecem o vasto património desta riquíssima freguesia. Também aqui nasceu o Porto…

Helder Pacheco

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O próprio Ramiro matou Alboazar e, tomando a sua mulher, embarcou, seguido pelos seus homens. A bordo, encarou o pranto da esposa, que contemplava desolada as ruínas do castelo, e pergunta-lhe qual a razão, sendo respondido:


Armas de Vila Nova de Gaia"Perguntas-me o que miro?
Traidor rei, que hei-de eu mirar?
As torres daquele Alcácer
Que ainda estão a fumegar!
Se eu fui ali tão ditosa,
Se ah soube o que era amar,
Se ah me fica a alma e a vida...
Traidor rei, que hei-de eu mirar?
Pois mira, Gaia! E, dizendo,
Da espada foi arrancar:
Mira Gaia, que esses olhos
Não terão mais que mirar!

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freguesias de intervenção:

Sé;

Miragaia;

Vitória;

São Nicolau.

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cartografia de intervenção


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1ª reflexão: Sensações
10 de Março de 2010


Como grupo, partimos para o ‘território’ sem pesquisa de fundo, sem qualquer tipo de conhecimento acerca de cada lugar. Tinhamos como intenção, uma relativa procura de sensações primárias que cada lugar nos suscitaria. Assim sendo, pela manhã do dia 20, ‘descemos’ o Porto por ruas estreitas, contando escadarias, desviando as cabeças das roupas brancas a secar, cumprimentando as pessoas que apareciam às soleiras das portas, desconfiadas ou não. Esta imagem idílica parece contrastar com a paisagem urbana da restante na cidade. A verdade é que essa disparidade não parece ser tão grande num olhar mais aprofundado.
Há, de facto, diferenças de modos de vida, mas no seu todo, o Porto, e também esta região a que nos debruçamos, é marcado por um certo silêncio imóvel. Esta é uma das sensações percepcionadas desde as nossas primeiras visitas. E é realmente notável, quando nos fazemos descer pelas ruelas, a primeira, a segunda e as terceiras vezes, que os únicos sons existentes são passos. E são nossos. Parecemo-nos intervir já num santificado espaço, onde reina a calmaria, e é esta a maneira de se fazer o dia. Seria-nos difícil imaginar o exemplo do Porto como cidade unânime, quando nestas primeiras visitas, compreendemos que existe uma percepção à qual nós nos adaptamos quando nos deslocamos aos diferentes lugares. Assim, é difícil caracterizar sucintamente a paisagem, mas paradoxalmente, numa imagem seria claramente reconhecível a cidade portuense.
A proporção das ruas, a raridade do espaço público, a qualidade da luz, a magreza das ruas e a relação apertada edifício-rua, são elementos característicos, mas que adquirem importância identitária.
Nesta realidade do centro histórico, percebe-se uma dualidade entre ruptura e continuidade, tradição e modernidade, e apercebemo-nos de que a sua realidade é a síntese da diversidade de transformações que sofreu com o tempo, no entanto, indiferente a um segmento de época.
As pessoas que lá habitam desenvolvem-se a seu tempo. Tal como a cidade. Não querendo exceder, e tendo esta reflexão um subtítulo de ‘sensações’, não nos passaria pela cabeça, tentar definir uma área de intervenção, sabendo nós, que existe ainda muito mais para descobrir.
Até agora, em termos de pesquisa, temos vindo a reunir informação variada de todos os lugares. Desde dados históricos concretos até ao nível mais social da pesquisa.
E aí continuaremos centrados, pois é de lá que advém o mais puro conhecimento.

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O Porto 2.0 trata-se de um festival cultural urbano, focalizado no centro histórico da cidade do Porto – área classificada como património mundial pela Unesco. Trata-se de um festival urbano multidisciplinar a acontecer na rede de espaços públicos e equipamentos associados. Considera-se um festival de expressões artísticas contemporâneas, inclusivo e aberto, contribui para afirmação da região do norte como região criativa de Portugal promovendo o centro histórico do Porto como principal cluster de indústrias criativas.

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Atelier I de Escultura, 2009/2010.

Este blog tem como finalidade, um apoio à disciplina de Atelier, apelando à organização da informação recolhida, disponibilizando-a ao público.
Como resposta à primeira parte do trabalho, que passarei a explicar mais adiante, iremos agir sobre esta plataforma 'multi-funcional', de modo a permitir uma fácil fluidez do trabalho de pesquisa armazenado.


Os elementos integrantes do grupo de trabalho apresentam-se, sendo eles:

Catarina Almendra
Diogo Rodrigues
Filipa Pinho,
Jorge Silva,
Vladymyr Dzyuba