Ao longo de vários dias todos nós temos recolhido informação, conversando com pessoas, visitando várias bibliotecas, vários arquivos públicos, museus, junta de freguesia de S. Nicolau, pesquisas na Internet e individualmente ou em conjunto percorrido toda esta zona histórica.
Noutro dia de visitas agendadas fomos conversar com um monge Beneditino, também professor de história.
Tivemos a oportunidade de tomar um café no “Café da Porta dos Olivais” onde no seu interior se pode ver ainda uma parte da muralha que hoje já não existe neste local que é a Cordoaria.
Ao longo da conversa fomos abordando temas como a higiene das pessoas que ali viveram no passado, da comunidade judaica que ali se fixou, na forma como o poder era exercido, ora pela coroa, ora pela igreja, percorremos toda a rua S. Bento da Vitória, visitamos o Convento S. Bento da Vitória, ouvimos explicações sobre as esculturas que se encontravam no interior do Convento.
Tentamos perceber como viveram as pessoas naquele local ao longo dos tempos mais remotos, como estava organizado o local, como seria a sua paisagem.
Chegados ao fundo da rua de S. Bento da Vitória paramos junto ao largo das Baterias e observamos a paisagem cheia de telhados vermelhos e antenas, panos ao vento que bandeiras parecem são roupas a secar.
Imaginemos agora que na Cordoaria se estendiam cordas para os barcos e que ao fundo da rua de S. Bento da Vitória existiu uma fábrica que fazia rebuçados chamados “Vitorinhas” cujo papel que o envolvia era um cromo coleccionável por toda a cidade.
Nota-se também nesta zona da Cordoaria que a mão da justiça esteve sempre presente ao longo da história. Até o nome de Campo de Mártires da Pátria simboliza os martírios que ali se viveram.
A antiga prisão, o Palácio da Justiça, e a Policia Judiciária são presenças marcantes do poder da justiça que se encontra centralizado neste local.
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